Hoje eu decidi,
que não vou mais existir.
Por hoje e só, talvez amanhã, quem sabe outro dia,
outra hora,
outro momento qualquer.
Existir está tão complicado,
e querer é tão pouco poder,
que quem fez esse ditado provavelmente não existia.
E possivelmente gostava da sua condição.
Então pensei cá com os meus botões,
que cada dia mais pessoal isso aqui fica,
porque talvez eu exista demais,
e quem liga pra isso, senão eu ?
E caso eu seja assim,
neutra pro mundo,
pra todos,
e mais ninguém,
possa fazer algo
que inclua a fundo,
quem quiser e mais alguém.
Vou, como disse bem antes,
falar sobre tudo que bem entender,
ou não entender,
porque afinal, do que realmente sei?
Não quero certeza,
não quero a dúvida,
sugiro apenas a parcialidade,
e é você,
quem vai escolher
o que pensa,
que sente,
e o que lê.
Mas leia.
Nem se for pelo mais simples motivo de sentir-se contrariado.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Tudo passa.
Pensando aqui agora,
no que a gente considera descanso,
reconsidero então que não sei descansar.
A gente vôa,
corre,
respira por três segundos e continua.
Talvez porque a gente realmente não tenha tempo,
mas pela maioria das vezes, prefiro imaginar que desaprendemos a senti-lo.
Porque afinal, passa tão rápido,
e escorre pelas mãos,
que o tempo nem mesmo avisa que já foi embora.
Só passou.
E quando queremos ele de volta...
Não, não dá pra voltar.
Quem sabe daqui uma próxima...vida?
E se você estiver na sua próxima vida?
E se...
e se...
Ah,
melhor nem cansar a cabeça com isso,
já que no final das contas...
tudo isso,
Vai passar.
no que a gente considera descanso,
reconsidero então que não sei descansar.
A gente vôa,
corre,
respira por três segundos e continua.
Talvez porque a gente realmente não tenha tempo,
mas pela maioria das vezes, prefiro imaginar que desaprendemos a senti-lo.
Porque afinal, passa tão rápido,
e escorre pelas mãos,
que o tempo nem mesmo avisa que já foi embora.
Só passou.
E quando queremos ele de volta...
Não, não dá pra voltar.
Quem sabe daqui uma próxima...vida?
E se você estiver na sua próxima vida?
E se...
e se...
Ah,
melhor nem cansar a cabeça com isso,
já que no final das contas...
tudo isso,
Vai passar.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Eu queria fazer uma metáfora sobre as flores.
E na minha cabeça já estava tudo planejado.
Primeiro, eu falaria que flores de plástico nunca morrem.
Mas também nunca vivem.
Depois, que flores vivas nunca duram pra sempre,
mas enquanto duram, são eternas.
Aí eu levantaria um ponto, em que flores de plástico podem até chegar a parecer verdadeiras, mas nunca serão.
E depois, lembrando o mesmo ponto, falaria das flores vivas, que são reais, não importa o tempo que dure.
E acaba.
Porque eu começo a ver tão pouco de flor,
e tanto da minha pessoa dentro delas que estraga tudo.
E até queria misturá-las,
pra surgir algo perfeito,
mas é tanto tempo pra brotar,
e tanta pétala,
e tanto orvalho...
Que só a terra pra me dizer,
se mais tarde ela nasce.
E a Terra pra rodar,
a fim de que o tempo, mais uma vez, passe.
E na minha cabeça já estava tudo planejado.
Primeiro, eu falaria que flores de plástico nunca morrem.
Mas também nunca vivem.
Depois, que flores vivas nunca duram pra sempre,
mas enquanto duram, são eternas.
Aí eu levantaria um ponto, em que flores de plástico podem até chegar a parecer verdadeiras, mas nunca serão.
E depois, lembrando o mesmo ponto, falaria das flores vivas, que são reais, não importa o tempo que dure.
E acaba.
Porque eu começo a ver tão pouco de flor,
e tanto da minha pessoa dentro delas que estraga tudo.
E até queria misturá-las,
pra surgir algo perfeito,
mas é tanto tempo pra brotar,
e tanta pétala,
e tanto orvalho...
Que só a terra pra me dizer,
se mais tarde ela nasce.
E a Terra pra rodar,
a fim de que o tempo, mais uma vez, passe.
sábado, 10 de janeiro de 2009
Breve.
Um pequeno discurso de poucas palavras mas verdadeiras,
durará muito mais que aquelas enroladas em suas próprias letras.
Ficará no ouvido,
até algo melhor substituir.
Ficará na cabeça,
até em pedaços se dividir...
E quebrar,
entender,
cavucar sem temer
em achar o que se fez de errado.
Sem se sentir mal amado,
entenda por fim,
que o enfim acenou,
dali do outro lado.
E com um ótimo cartaz.
Breve.
Curto.
Pequeno.
Mas ótimo.
durará muito mais que aquelas enroladas em suas próprias letras.
Ficará no ouvido,
até algo melhor substituir.
Ficará na cabeça,
até em pedaços se dividir...
E quebrar,
entender,
cavucar sem temer
em achar o que se fez de errado.
Sem se sentir mal amado,
entenda por fim,
que o enfim acenou,
dali do outro lado.
E com um ótimo cartaz.
Breve.
Curto.
Pequeno.
Mas ótimo.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Take your sad song, and make it better.
Esse brilho que já brilhou,
essa cor que já foi mais forte,
essa expressão que pudera não ter linhas como antes.
O passo encurtou,
A experiência não.
Aumenta,
pra depois acabar.
Mas se acabar, tudo bem!
Valeu, não valeu ?
Não sabemos pra onde vamos depois daqui,
mas se correu tudo bem, então vamos !
E nada com que se arrepender, ou sofrer.
Porque nada vai ser pra sempre, se você não o é.
Os anos passarão,
e os álbuns, as fotos, os textos e cartas ficarão.
A vida nos olhos de cada,
será diferente ao olhar a palavra.
E tudo fará sentido quando os seus netos olharem, e simples ficará.
A gente complica,
Mas faz parte.
Então o que penso é que,
me envelheça,
Mas me deixe todos que já foram pra muitos mas, pra mim aqui permanecem.
essa cor que já foi mais forte,
essa expressão que pudera não ter linhas como antes.
O passo encurtou,
A experiência não.
Aumenta,
pra depois acabar.
Mas se acabar, tudo bem!
Valeu, não valeu ?
Não sabemos pra onde vamos depois daqui,
mas se correu tudo bem, então vamos !
E nada com que se arrepender, ou sofrer.
Porque nada vai ser pra sempre, se você não o é.
Os anos passarão,
e os álbuns, as fotos, os textos e cartas ficarão.
A vida nos olhos de cada,
será diferente ao olhar a palavra.
E tudo fará sentido quando os seus netos olharem, e simples ficará.
A gente complica,
Mas faz parte.
Então o que penso é que,
me envelheça,
Mas me deixe todos que já foram pra muitos mas, pra mim aqui permanecem.
domingo, 28 de dezembro de 2008
Ei, ano que vem.
Está acabando o ano.
Mas que beleza.
Faremos promessas- que antes já feitas,
e pedirimos milagres por preguiça de fazermos nós mesmos.
Acharemos lindos os fogos, e quando acabar o show de luzes coloridas seremos tomados por uma sensação de...Solidão, talvez?
Mesmo que ninguém esteja sozinho.
Há quem esteja com a tv,
há quem esteja com a própria cama.
E terão muitos na doce chuva que traz o verão.Ahh...O verão.
E que legal não ?
Um dia como outro qualquer,
capaz de fazer você se confrontar com tantos pensamentos que confusos ficarão até que chegue o outro dia.
O dia primeiro, que lindo ele é!
Os mares com rosas, copinhos de plástico, e iemanjá com mil e uma tarefas.
As ruas com papéis prateados, porque decidiram que essa é uma ótima cor pro reveillon.
As casas com bagunça por arrumar.E as cabeças com ressaca pra esquecer.
Hummm...
E cadê as calamidades?E as catástrofes?
E os jornais monopolizados em desastres?
Hoje não, vai.
....E aquela atriz que terminou com o namorado que ficou com a amiga da filha, mas que agora chutou o balde, deu a volta por cima e vai naquela festa cheia de celebridades da globo ?
Ai.Paz na vida, e não fama.É o que sugiro.
E ficaremos assim, vivendo conflitos, e pensando em como esse ano que vem, seremos mais organizados, cumpriremos metas e faremos uma boa ação todos os dias.
Não que isso seja ruim,
mas é de conhecimento de todos que a probabilidade de que tudo será cumprido realmente, é muito pequena pra ser levada a sério.
Claro que é melhor pedir isso,
do que pedir por dinheiro.Ou reconhecimento.
Dinheiro e reconhecimento, é você quem faz, não a virada do ano.
Mas coma sementes de romã,
tome sopa de lentilhas,
e pule 3 ondinhas, se o mar estiver por aí.
Peça por amor, alegria, saúde e paz no mundo.
Faça um brinde.
Faça até dois.
Afinal,
isso não se deixa pra depois...
E um pouco de superstição também,
não vai fazer mal a ninguém.
Mas que beleza.
Faremos promessas- que antes já feitas,
e pedirimos milagres por preguiça de fazermos nós mesmos.
Acharemos lindos os fogos, e quando acabar o show de luzes coloridas seremos tomados por uma sensação de...Solidão, talvez?
Mesmo que ninguém esteja sozinho.
Há quem esteja com a tv,
há quem esteja com a própria cama.
E terão muitos na doce chuva que traz o verão.Ahh...O verão.
E que legal não ?
Um dia como outro qualquer,
capaz de fazer você se confrontar com tantos pensamentos que confusos ficarão até que chegue o outro dia.
O dia primeiro, que lindo ele é!
Os mares com rosas, copinhos de plástico, e iemanjá com mil e uma tarefas.
As ruas com papéis prateados, porque decidiram que essa é uma ótima cor pro reveillon.
As casas com bagunça por arrumar.E as cabeças com ressaca pra esquecer.
Hummm...
E cadê as calamidades?E as catástrofes?
E os jornais monopolizados em desastres?
Hoje não, vai.
....E aquela atriz que terminou com o namorado que ficou com a amiga da filha, mas que agora chutou o balde, deu a volta por cima e vai naquela festa cheia de celebridades da globo ?
Ai.Paz na vida, e não fama.É o que sugiro.
E ficaremos assim, vivendo conflitos, e pensando em como esse ano que vem, seremos mais organizados, cumpriremos metas e faremos uma boa ação todos os dias.
Não que isso seja ruim,
mas é de conhecimento de todos que a probabilidade de que tudo será cumprido realmente, é muito pequena pra ser levada a sério.
Claro que é melhor pedir isso,
do que pedir por dinheiro.Ou reconhecimento.
Dinheiro e reconhecimento, é você quem faz, não a virada do ano.
Mas coma sementes de romã,
tome sopa de lentilhas,
e pule 3 ondinhas, se o mar estiver por aí.
Peça por amor, alegria, saúde e paz no mundo.
Faça um brinde.
Faça até dois.
Afinal,
isso não se deixa pra depois...
E um pouco de superstição também,
não vai fazer mal a ninguém.
sábado, 20 de dezembro de 2008
Quanto tempo demora para cair uma gota de água da nuvem mais grossa e insistente?
Comparando esta chuva,
ao meu corpo e pensamento,
surge a dúvida de que antes,
eu era mais do que lamento.
Comparando estes pingos,
ao meu corpo e coração,
sinto que essas mudanças,
caem dos olhos para o chão.
Levando em conta todo o vento,
que empurra ou me ajuda,
vejo o dedo me indicar,
que toda dor que vem, cura.
Mas lembrando todo clima,
e passar da tempestade,
sei que a nuvem há de formar,
mesmo não tendo maldade.
Quero o sol que aquece,
a minha mão e meu pescoço,
e que não mais esquece,
por saber bem o seu lugar.
Quero a brisa que refresca,
a minha nuca e os meus olhos,
e com o frio ela se mescla,
por saber bem como agradar.
Dê-me a vida como antes,
não faça dela assim tão seca,
tempo, me diga o que é presente,
que não lhe cobro o infinito,
apenas deixo ao seu dispor,
o que melhor lhe parecer,
pra multiplicar a sua mente,
fazer da vida mais que um mito.
ao meu corpo e pensamento,
surge a dúvida de que antes,
eu era mais do que lamento.
Comparando estes pingos,
ao meu corpo e coração,
sinto que essas mudanças,
caem dos olhos para o chão.
Levando em conta todo o vento,
que empurra ou me ajuda,
vejo o dedo me indicar,
que toda dor que vem, cura.
Mas lembrando todo clima,
e passar da tempestade,
sei que a nuvem há de formar,
mesmo não tendo maldade.
Quero o sol que aquece,
a minha mão e meu pescoço,
e que não mais esquece,
por saber bem o seu lugar.
Quero a brisa que refresca,
a minha nuca e os meus olhos,
e com o frio ela se mescla,
por saber bem como agradar.
Dê-me a vida como antes,
não faça dela assim tão seca,
tempo, me diga o que é presente,
que não lhe cobro o infinito,
apenas deixo ao seu dispor,
o que melhor lhe parecer,
pra multiplicar a sua mente,
fazer da vida mais que um mito.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si Dó.
Ela vem calma, e te enlaça como se num flutuar não ouvisse os passos.
São segundos até que a batida da música se compare ao do seu coração.
Quero acreditar,que como na música,
a confiança me vem,
e aqui estou eu.
Sabendo do hoje.
Acreditando amanhã.
Não temendo o passado,
por achar que se falado é seu.
Me atordoe,
me faça de pauta,
teste em mim suas notas,
me deixe também surpreender.
E ouse surpresas,
com seus mais finos acordes,
mas por favor não me acorde.
Esse é único sonho que traz.
Fala o meu nome,
sussurra seu canto,
espanta os males que corroem por dentro,
Tira do peito aquela agonia que aflige,
e finge,
que já deixou de existir.
Coloca vida no fim,
e um último suspiro, pra despedida que talvez ainda virá.
Mas alimenta a esperança de uma nova batida,
Acelerada ou repetida,
Depende do seu começar.
Domine minhas falas,
Realize meu ouvido.
Minha vida,
Facilite,
Solo, quero ser um dia.
Lamente meus tormentos,
Simule a minha felicidade, até...
...Dormir, e nunca mais me preocupar.
São segundos até que a batida da música se compare ao do seu coração.
Quero acreditar,que como na música,
a confiança me vem,
e aqui estou eu.
Sabendo do hoje.
Acreditando amanhã.
Não temendo o passado,
por achar que se falado é seu.
Me atordoe,
me faça de pauta,
teste em mim suas notas,
me deixe também surpreender.
E ouse surpresas,
com seus mais finos acordes,
mas por favor não me acorde.
Esse é único sonho que traz.
Fala o meu nome,
sussurra seu canto,
espanta os males que corroem por dentro,
Tira do peito aquela agonia que aflige,
e finge,
que já deixou de existir.
Coloca vida no fim,
e um último suspiro, pra despedida que talvez ainda virá.
Mas alimenta a esperança de uma nova batida,
Acelerada ou repetida,
Depende do seu começar.
Domine minhas falas,
Realize meu ouvido.
Minha vida,
Facilite,
Solo, quero ser um dia.
Lamente meus tormentos,
Simule a minha felicidade, até...
...Dormir, e nunca mais me preocupar.
sábado, 13 de dezembro de 2008
Tudo vale a pena,
Se a alma não é pequena.
Feche a casa,
destranque os pés.
Você está livre, agora viva!
O caminho a se escolher pode ser algo tão confuso,
que um labirinto não daria conta.
É você opinar pelo que pode ser mais fácil.
É você querer passar pelo que for mais difícil;
(mesmo sendo assim)
Tanto faz o que se pensa agora,
ninguém liga, e pudera você também não ligar.
O livre-arbítrio corre nas veias,
vive na alma,
mas parado fica até que se de conta.
Tão bom é poder escolher, falar e ter polegar.
E saber disso,
te faz humano-não mais,
sentir superior-deixar pra trás,
e subir na vida- lucrais;
(mesmo não sendo assim)
Seja livre pra agir,
passar,
ética, empurrar e esquecê-la por lá.
Lá, onde fica,
o senso da linha que separa,
a sua vontade da dos outros.
Claro que pra quê, perder tempo,
a cabeça,
e não ter dedos nas mãos,
para aturar todos os pesares da sua decisão?
Não apure os desejos,
deixe ficarem como estão,
e as pessoas a sua volta...Se reclamarem é só fingir,
que está lá,
que ficará,
e não há dor que te separe,
Mas se o coração quiser que pare,
Nada que não possa ele substituir
esquecer de todos males,
e na sua pilha de dinheiro,
se apoiar pra não cair.
E finalmente,
em seu altar.
Sentir-se bem consigo mesmo,
Pois a visão de baixo não te interrompe,
e nem rompe essa barreira,
Que ali da beira ,
após ouvir 'Viva!Evolui!',
quer derramar dessa torneira,
o que te faz apenas pensar em si.
E só.
O tudo não vale a pena,
Se for apenas de sua alma.
Feche a casa,
destranque os pés.
Você está livre, agora viva!
O caminho a se escolher pode ser algo tão confuso,
que um labirinto não daria conta.
É você opinar pelo que pode ser mais fácil.
É você querer passar pelo que for mais difícil;
(mesmo sendo assim)
Tanto faz o que se pensa agora,
ninguém liga, e pudera você também não ligar.
O livre-arbítrio corre nas veias,
vive na alma,
mas parado fica até que se de conta.
Tão bom é poder escolher, falar e ter polegar.
E saber disso,
te faz humano-não mais,
sentir superior-deixar pra trás,
e subir na vida- lucrais;
(mesmo não sendo assim)
Seja livre pra agir,
passar,
ética, empurrar e esquecê-la por lá.
Lá, onde fica,
o senso da linha que separa,
a sua vontade da dos outros.
Claro que pra quê, perder tempo,
a cabeça,
e não ter dedos nas mãos,
para aturar todos os pesares da sua decisão?
Não apure os desejos,
deixe ficarem como estão,
e as pessoas a sua volta...Se reclamarem é só fingir,
que está lá,
que ficará,
e não há dor que te separe,
Mas se o coração quiser que pare,
Nada que não possa ele substituir
esquecer de todos males,
e na sua pilha de dinheiro,
se apoiar pra não cair.
E finalmente,
em seu altar.
Sentir-se bem consigo mesmo,
Pois a visão de baixo não te interrompe,
e nem rompe essa barreira,
Que ali da beira ,
após ouvir 'Viva!Evolui!',
quer derramar dessa torneira,
o que te faz apenas pensar em si.
E só.
O tudo não vale a pena,
Se for apenas de sua alma.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
E o etc, é isso.
Depois de um tempo,
você aprende que separar uma verdade da outra, não torna alguma delas mentira.
Também consegue entender que acreditar numa mentira,
não torna esta verdadeira.
Não que sempre terá algo para se dizer certo ou errado,
nem que ter diferentes opiniões seja perca de tempo, ou completa loucura.
Se for loucura, quero um pouco dela.
E se for por falta de opiniões, acrescento à lista mais uma.
Aprende que o tempo passa, mas que também filosofar sobre o tanto que passou, não fará ele voltar.
Aprende também, que se ele obteve a vida de você, é porque de alguma forma você também obteve algo dele.
Aprendizado.
Descobre que nada sairá sempre como queremos,
e por mais que o destino tenha sido cruel uma vez,
nada vai impedir ele, de repetir.
Mas também consegue perceber, que a vida é feita disso, e que nada adianta se proteger das pedras.Elas virão, e o teto de vidro estará lá.
Esperando.
(E uma trinca é realmente tão ruim assim?)
Lembre também, que o impossível, é impossível aos olhos de quem vê.
E que se você acredita nele,
nada impedirá você de chegar ao menos perto dele,
ou chegar a ele,
e até ultrapassá-lo.
Nem a morte.
(E o que é ela afinal?Se não a saudade?)
E por fim- sem mais delongas por favor,
espero que você acredite que no fim tudo dará certo.
Que não perca esperança,
independente de todos caminhos que tenha que tomar,
mesmo se o rumo mudar.
E se não houver mais saída...Não esqueça de dar um passo pra trás.
Torço para que algum dia o olhar ao passado,
não seja tão triste,
nem com mais saudade do que normal.
E sim que a visão que você tem a cada minuto, daqui ao tão distante-e-próximo fim,
seja da mais pura certeza que você tem sempre e sempre:
De que o fim,
é apenas uma palavra.
O começo,
sempre constante.
E o Meio, somos nós.
você aprende que separar uma verdade da outra, não torna alguma delas mentira.
Também consegue entender que acreditar numa mentira,
não torna esta verdadeira.
Não que sempre terá algo para se dizer certo ou errado,
nem que ter diferentes opiniões seja perca de tempo, ou completa loucura.
Se for loucura, quero um pouco dela.
E se for por falta de opiniões, acrescento à lista mais uma.
Aprende que o tempo passa, mas que também filosofar sobre o tanto que passou, não fará ele voltar.
Aprende também, que se ele obteve a vida de você, é porque de alguma forma você também obteve algo dele.
Aprendizado.
Descobre que nada sairá sempre como queremos,
e por mais que o destino tenha sido cruel uma vez,
nada vai impedir ele, de repetir.
Mas também consegue perceber, que a vida é feita disso, e que nada adianta se proteger das pedras.Elas virão, e o teto de vidro estará lá.
Esperando.
(E uma trinca é realmente tão ruim assim?)
Lembre também, que o impossível, é impossível aos olhos de quem vê.
E que se você acredita nele,
nada impedirá você de chegar ao menos perto dele,
ou chegar a ele,
e até ultrapassá-lo.
Nem a morte.
(E o que é ela afinal?Se não a saudade?)
E por fim- sem mais delongas por favor,
espero que você acredite que no fim tudo dará certo.
Que não perca esperança,
independente de todos caminhos que tenha que tomar,
mesmo se o rumo mudar.
E se não houver mais saída...Não esqueça de dar um passo pra trás.
Torço para que algum dia o olhar ao passado,
não seja tão triste,
nem com mais saudade do que normal.
E sim que a visão que você tem a cada minuto, daqui ao tão distante-e-próximo fim,
seja da mais pura certeza que você tem sempre e sempre:
De que o fim,
é apenas uma palavra.
O começo,
sempre constante.
E o Meio, somos nós.
domingo, 7 de dezembro de 2008
Não canse disso.
O cansaço chegou, sem nem mesmo avisar, e tomou de surpresa as pessoas que ali estavam.
Aquela nuvem se recusava a sair do céu,
que antes, impunha o azul.
Negra como a confusão.
E clara como a certeza da dúvida.
Pesava mais do que podia se imaginar.Mais do que queria se imaginar.
Dentre seus formatos mais fáceis de olhar,
escondiam-se espinhos, rancores,
caminhos e amores.
Todos juntos,
fazendo parte de um só grupo,
e ao mesmo tempo, cada um por si.
Mas faziam parte.
Ainda assim.
Gozava da dúvida, que escondia cada medo.
Que enlaçava cada pedaço de gente,
mas sempre chegava no coração.
E este batia cada mais rápido,
a fim de acompanhar,
todas mudanças e correrias da eterna insatisfação.
De nua não tinha,
nem crua era ela.
A verdade então só cansava daquilo.
Do passar de bolas,
que aquele ciclo cismava,
em continuar,
na tal corrida da vida.
E que vida era aquela?
E que vida é bela?
Que só vejo querer, sem nem mesmo prestar,
alguma artimanha,
algum testamento,
que depois de tudo, a paz vai reinar?
Então, como se não coubesse mais,
na mais negra de todas,
a verdade quis ir.
Pra desse rumo usar,
todo o seu desaforo
pros mais sinceros olhos,
provarem seu choro,
que alcança o estômago,
e tira a vida das pernas,
que por mais que sejam duas,
não serão sempre eternas...
Mas isso é bom.
Porque afasta aquilo que tinha de errado.
E traz de novo,
a virtude, o passado.
E pensar que agora será diferente,
Só te traz a esperança.
Que lhe faz sempre gente.
Aquela nuvem se recusava a sair do céu,
que antes, impunha o azul.
Negra como a confusão.
E clara como a certeza da dúvida.
Pesava mais do que podia se imaginar.Mais do que queria se imaginar.
Dentre seus formatos mais fáceis de olhar,
escondiam-se espinhos, rancores,
caminhos e amores.
Todos juntos,
fazendo parte de um só grupo,
e ao mesmo tempo, cada um por si.
Mas faziam parte.
Ainda assim.
Gozava da dúvida, que escondia cada medo.
Que enlaçava cada pedaço de gente,
mas sempre chegava no coração.
E este batia cada mais rápido,
a fim de acompanhar,
todas mudanças e correrias da eterna insatisfação.
De nua não tinha,
nem crua era ela.
A verdade então só cansava daquilo.
Do passar de bolas,
que aquele ciclo cismava,
em continuar,
na tal corrida da vida.
E que vida era aquela?
E que vida é bela?
Que só vejo querer, sem nem mesmo prestar,
alguma artimanha,
algum testamento,
que depois de tudo, a paz vai reinar?
Então, como se não coubesse mais,
na mais negra de todas,
a verdade quis ir.
Pra desse rumo usar,
todo o seu desaforo
pros mais sinceros olhos,
provarem seu choro,
que alcança o estômago,
e tira a vida das pernas,
que por mais que sejam duas,
não serão sempre eternas...
Mas isso é bom.
Porque afasta aquilo que tinha de errado.
E traz de novo,
a virtude, o passado.
E pensar que agora será diferente,
Só te traz a esperança.
Que lhe faz sempre gente.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Piolhos.
Piolhos são que nem pensamentos.
A gente sempre acha que já achou todos na própria cabeça.
Mas esquecemos que por mais que pensamos ter pensado o que havia pra se pensar ,
sempre haverá mais um pra pinicar.
E fugir.
E surgir,sabe-se lá, de onde!
Incomoda não ?
Lava a cabeça,
e clareie a mente.
Talvez isso melhore.
A gente sempre acha que já achou todos na própria cabeça.
Mas esquecemos que por mais que pensamos ter pensado o que havia pra se pensar ,
sempre haverá mais um pra pinicar.
E fugir.
E surgir,sabe-se lá, de onde!
Incomoda não ?
Lava a cabeça,
e clareie a mente.
Talvez isso melhore.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
E ela nem é tão curta.
É...
minha lista de prioridades, pode chegar a ser imensa,
pouco valor material,
provável que vá além disso.
Dinheiro, é papel.É sujeira,e traz sim felicidade.
Levando em consideração é claro,
que cada um sabe a felicidade que quer.
Só tenho em primeiro lugar nela,
a resposta de tudo.
Quero morrer (se é que morremos) ,
e sair daqui (se é que saímos),
de consciência limpa.
De bem com a vida-que deixei
E de bem com o que por fim, ainda virá.
Quero pelo menos, ter a resposta das minhas indagações,
que durante uma vida inteira,
acumulei.
Rogo pelo mais belo e abstrato, algo que não sei, e nem quem afirma que sim.
Levo amor, porque é algo que cabe em qualquer canto.Em qualquer cinza, em qualquer alma, e que nesse sono, me preencherá.
E deixo a solidão, que me acompanha na passagem, por ser tão humana, mas perderá essa viagem, por precisar do outro.Tal qual chamo, de ironia.
Não achei a vida curta,
Não achei ela comprida,
Penso que dá parte dela fez esta muito bem.
Apenas o tempo, que passando, empurrou o ponteiro muito rápido.
Com muita pressa, e indecisão.
Mas daqui pra frente,
nesse mar, minha lista há de mudar.
E só o que peço,
é que dá eternidade, me prepare, e me aconselha.
E me proteja,
Da curiosidade, e que não me mate, antes que eu a veja.
minha lista de prioridades, pode chegar a ser imensa,
pouco valor material,
provável que vá além disso.
Dinheiro, é papel.É sujeira,e traz sim felicidade.
Levando em consideração é claro,
que cada um sabe a felicidade que quer.
Só tenho em primeiro lugar nela,
a resposta de tudo.
Quero morrer (se é que morremos) ,
e sair daqui (se é que saímos),
de consciência limpa.
De bem com a vida-que deixei
E de bem com o que por fim, ainda virá.
Quero pelo menos, ter a resposta das minhas indagações,
que durante uma vida inteira,
acumulei.
Rogo pelo mais belo e abstrato, algo que não sei, e nem quem afirma que sim.
Levo amor, porque é algo que cabe em qualquer canto.Em qualquer cinza, em qualquer alma, e que nesse sono, me preencherá.
E deixo a solidão, que me acompanha na passagem, por ser tão humana, mas perderá essa viagem, por precisar do outro.Tal qual chamo, de ironia.
Não achei a vida curta,
Não achei ela comprida,
Penso que dá parte dela fez esta muito bem.
Apenas o tempo, que passando, empurrou o ponteiro muito rápido.
Com muita pressa, e indecisão.
Mas daqui pra frente,
nesse mar, minha lista há de mudar.
E só o que peço,
é que dá eternidade, me prepare, e me aconselha.
E me proteja,
Da curiosidade, e que não me mate, antes que eu a veja.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
mano velho.
Aiai.
Suspiros vão e vêm,
a vida passa e vai embora,
como ninguém mais,
traz.
Se soubesse o futuro, de certo não mudaria o passado,
mas se pudesse saber dele, com certeza o iludiria.Faria pensar que não é tempo, que posso ir e voltar quando quiser, e assim quem sabe, não precisaria de uma máquina fotográfica.
Estaria tudo guardado na mais completa realidade instantânea.
Queria saber porque todo esse mistério do tempo,
isso que faz a humanidade sofrer,
e penar,
e pensar,
e deixar,
pra trás, algo por segurança e até mesmo vaidade.
Viver o tempo,
É esquecer do morto, do amor, e da mordida do cachorro.
É lembrar da saudade, do outro, e do medo.
É saber que o tempo passa, e que passando corre, vôa, escorre pelos dedos sem chances de pegar.
Você não vai trazê-lo de volta.
Ninguém vai.
E se pudesse, talvez fosse um perigo.
Se protegendo de todas as dores, não querendo voltar ao antes pelo medo do depois.
Sente. Aprende.
Finge que é humano ao menos uma vez, e deixa de medo.Ouve o murmurar que lhe resta,
e aproveita porque o tempo passa.
Aproveite as pessoas.
As horas livres.
As cores, antes que todas misturadas virem, branco, luz.
Não deixe o que quer por resistência própria,
por divisão,
por sabedoria de que sabe tudo.
Ninguém sabe tudo.
Muito menos de si mesmo.
Daqui pra frente,
É só vivendo. E aprendendo.
Suspiros vão e vêm,
a vida passa e vai embora,
como ninguém mais,
traz.
Se soubesse o futuro, de certo não mudaria o passado,
mas se pudesse saber dele, com certeza o iludiria.Faria pensar que não é tempo, que posso ir e voltar quando quiser, e assim quem sabe, não precisaria de uma máquina fotográfica.
Estaria tudo guardado na mais completa realidade instantânea.
Queria saber porque todo esse mistério do tempo,
isso que faz a humanidade sofrer,
e penar,
e pensar,
e deixar,
pra trás, algo por segurança e até mesmo vaidade.
Viver o tempo,
É esquecer do morto, do amor, e da mordida do cachorro.
É lembrar da saudade, do outro, e do medo.
É saber que o tempo passa, e que passando corre, vôa, escorre pelos dedos sem chances de pegar.
Você não vai trazê-lo de volta.
Ninguém vai.
E se pudesse, talvez fosse um perigo.
Se protegendo de todas as dores, não querendo voltar ao antes pelo medo do depois.
Sente. Aprende.
Finge que é humano ao menos uma vez, e deixa de medo.Ouve o murmurar que lhe resta,
e aproveita porque o tempo passa.
Aproveite as pessoas.
As horas livres.
As cores, antes que todas misturadas virem, branco, luz.
Não deixe o que quer por resistência própria,
por divisão,
por sabedoria de que sabe tudo.
Ninguém sabe tudo.
Muito menos de si mesmo.
Daqui pra frente,
É só vivendo. E aprendendo.
sábado, 22 de novembro de 2008
mix.
A chuva já passou por aqui, eu mesma que cuidei de secar.Ficou difícil, tudo aquilo, nada disso. Sobrou meu velho vício de sonhar.
Esse papo seu tá pra lá de Teerã,repetindo, repetindo, repetindo como num disco riscado...E não cabe como rima de um poema, de tão pequeno.Paz, eu quero paz,e faço o melhor que sou capaz.Já me cansei de ser a última a saber desses nossos desencontros mas você passou do ponto e agora eu já não sei mais...Esqueça, as horas nunca andam para trás.Todo dia é dia de aprender um pouco do muito que a vida trás.
Se quer saber, deixa estar.Nesta estrada você esta na contramão,vem do lado oposto e vem sem gosto de viver, mas é preciso força pra sonhar e perceber que a estrada vai além do que se vê.E a (tua) solidão (me dói), deixa estar.
Cuida do teu pra que ninguém te jogue no chão.É bom, às vezes, se perder sem ter porque, sem ter razão.Você me pergunta pela minha paixão digo que estou encantada com uma nova invenção.
Se você parar pra pensar, na verdade não há.
E às vezes o que eu vejo, quase ninguém vê, mas eu sei que você sabe quase sem querer, que eu vejo o mesmo que você.
Adeus você. Eu hoje vou pro lado de lá
Esse papo seu tá pra lá de Teerã,repetindo, repetindo, repetindo como num disco riscado...E não cabe como rima de um poema, de tão pequeno.Paz, eu quero paz,e faço o melhor que sou capaz.Já me cansei de ser a última a saber desses nossos desencontros mas você passou do ponto e agora eu já não sei mais...Esqueça, as horas nunca andam para trás.Todo dia é dia de aprender um pouco do muito que a vida trás.
Se quer saber, deixa estar.Nesta estrada você esta na contramão,vem do lado oposto e vem sem gosto de viver, mas é preciso força pra sonhar e perceber que a estrada vai além do que se vê.E a (tua) solidão (me dói), deixa estar.
Cuida do teu pra que ninguém te jogue no chão.É bom, às vezes, se perder sem ter porque, sem ter razão.Você me pergunta pela minha paixão digo que estou encantada com uma nova invenção.
Se você parar pra pensar, na verdade não há.
E às vezes o que eu vejo, quase ninguém vê, mas eu sei que você sabe quase sem querer, que eu vejo o mesmo que você.
Adeus você. Eu hoje vou pro lado de lá
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Depois que passar toda essa nuvem,
Todo escuro, essa negridão,
Espero que o vento empurre pra longe,
A tempestade em outra direção.
Se ela surgir desse copo d'água,
E crescer como quem não sabe parar,
Dou a tudo isso o nome da mágoa,
Que presa a tal boca não quer desabar.
Após tudo isso se o reflexo azul,
Do céu perdurando só limpo e vasto,
Não for como tantos planos sonhei,
Admito a mim mesma e do todo me afasto.
Mas se for pra prosseguir,
E assim sentir ser o mais certo,
Pára então tudo para minha alma,
Me faça o que for de longe mais esperto.
Todo escuro, essa negridão,
Espero que o vento empurre pra longe,
A tempestade em outra direção.
Se ela surgir desse copo d'água,
E crescer como quem não sabe parar,
Dou a tudo isso o nome da mágoa,
Que presa a tal boca não quer desabar.
Após tudo isso se o reflexo azul,
Do céu perdurando só limpo e vasto,
Não for como tantos planos sonhei,
Admito a mim mesma e do todo me afasto.
Mas se for pra prosseguir,
E assim sentir ser o mais certo,
Pára então tudo para minha alma,
Me faça o que for de longe mais esperto.
Vinícius e Tom, isso é vestibular.
Como se a gota de orvalho não tivesse caído na pétala de flor,
a felicidade passou, e nem avisou.
Tristeza não, talvez o estresse
Chegou como se tivesse
A tudo engolir.
E no quarto mais escuro,
No buraco mais fundo,
Amarrou todo o vento e pluma do mundo.
É quarta-feira,
O meio de tudo,
E até que mais dia passem,
Continuo, e me iludo.
Vejo as folhas em branco,
Meus lápis a espera,
E no céu da minha era,
Não tem nenhum santo.
Me canso da vida,
Que gasta, e me mata,
De tanto trabalho pra pouco descanso.
E nessas linhas traçadas,
Com tanta gente assim,
Me toma essa roda, e danço enfim.
E corro, tão rápido,
Como quem pede socorro,
Pois se não me apressar,
No passado é que morro.
E longe de tudo,
e todos -amém.
Sinto a leveza,
Da consciência de bem,
Consigo mesma,
Com coração, que já não pesa mais,
Pois de tudo perdoou,
Já que nada era demais.
a felicidade passou, e nem avisou.
Tristeza não, talvez o estresse
Chegou como se tivesse
A tudo engolir.
E no quarto mais escuro,
No buraco mais fundo,
Amarrou todo o vento e pluma do mundo.
É quarta-feira,
O meio de tudo,
E até que mais dia passem,
Continuo, e me iludo.
Vejo as folhas em branco,
Meus lápis a espera,
E no céu da minha era,
Não tem nenhum santo.
Me canso da vida,
Que gasta, e me mata,
De tanto trabalho pra pouco descanso.
E nessas linhas traçadas,
Com tanta gente assim,
Me toma essa roda, e danço enfim.
E corro, tão rápido,
Como quem pede socorro,
Pois se não me apressar,
No passado é que morro.
E longe de tudo,
e todos -amém.
Sinto a leveza,
Da consciência de bem,
Consigo mesma,
Com coração, que já não pesa mais,
Pois de tudo perdoou,
Já que nada era demais.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Se eu pudesse.
Se puder,
perdoa?
De um jeito um tanto quanto abstrato, falarei a mim mesma, sendo talvez o único jeito de me libertar de tudo e tudo o mais.E talvez também, será o único jeito racional de me dirigir a mim mesma sem interferências de subjetivos.
Logo,
peço desculpa a tudo que venho lhe(me) incomodando mais, e cada vez mais.
Peço desculpas pelas filosofias, sem argumentos suficientes, como daqueles que me saem do pensamento,
Ou alma,
Ou coração.
Lembro também, que me perdoe pelo tanto de fatos reais, escondidos pelo simples desejo de viver a mentira em vão, ou não aceitar a realidade que vem.E que vai.
Queria imaginar que se fácil pode ser, um dia será.Desculpe pela simples inocência que me acometeu nesse momento.Imaginei demais.
Não sinto vontade nem da frieza tão boa e instantânea, que esconde, mas te mostra depois onde ficou.
Sinto vontade do nada,
Do vazio,
Da falta de tudo, que não sente falta de nada, pois nunca teve o todo.
Gostei, desgostei, lembrei, marquei, revelei, desatei,
Sorri, desisti.
E cansei.
Quero o macio para descansar, deitar minha cabeça e ao teto olhar.
E do sono profundo mais fora do mundo,
Quero sonhar, pra não mais acordar.
E por fim, e já tarde, peço desculpa a todos os textos, e frases, e palavras, jogadas na tela como se tudo tivessem que dizer.
Não há palavras suficientes.
E todos sabemos disso.
perdoa?
De um jeito um tanto quanto abstrato, falarei a mim mesma, sendo talvez o único jeito de me libertar de tudo e tudo o mais.E talvez também, será o único jeito racional de me dirigir a mim mesma sem interferências de subjetivos.
Logo,
peço desculpa a tudo que venho lhe(me) incomodando mais, e cada vez mais.
Peço desculpas pelas filosofias, sem argumentos suficientes, como daqueles que me saem do pensamento,
Ou alma,
Ou coração.
Lembro também, que me perdoe pelo tanto de fatos reais, escondidos pelo simples desejo de viver a mentira em vão, ou não aceitar a realidade que vem.E que vai.
Queria imaginar que se fácil pode ser, um dia será.Desculpe pela simples inocência que me acometeu nesse momento.Imaginei demais.
Não sinto vontade nem da frieza tão boa e instantânea, que esconde, mas te mostra depois onde ficou.
Sinto vontade do nada,
Do vazio,
Da falta de tudo, que não sente falta de nada, pois nunca teve o todo.
Gostei, desgostei, lembrei, marquei, revelei, desatei,
Sorri, desisti.
E cansei.
Quero o macio para descansar, deitar minha cabeça e ao teto olhar.
E do sono profundo mais fora do mundo,
Quero sonhar, pra não mais acordar.
E por fim, e já tarde, peço desculpa a todos os textos, e frases, e palavras, jogadas na tela como se tudo tivessem que dizer.
Não há palavras suficientes.
E todos sabemos disso.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Cada qual no seu canto, eu cá no meu, você lá no seu.
Não tenho nada pra filosofar no momento.
E detesto pensar que a única coisa que me vem a cabeça são as notícias atuais.
E não, não quero falar sobre a menina assassinada.A amiga.O namorado perturbado, ou sobre o papagaio que disse tudo.
Tsc,
Não existe papagaio.Mas e se existisse?Ele falaria tudo e tudo facilitaria.
E quando menos vejo já tô discutindo algo que eu nem sei direito.
Quer só uma opnião então ? Vou deixar uma.
Acontece isso sempre e sempre.Então faça um jornal de tragédias apenas, por favor.
Não que isso me incomode...Sou alienada das notícias, e até admito isso.
Mas não me culpe.
Quando eu pagar minhas contas, vou ter que me estressar o bastante mesmo, então,não, não quero rugas antecipadamente.Obrigada.
Ai.Ai.
Mas esses jovens de hoje em dia.
Não tenho nada pra filosofar no momento.
E detesto pensar que a única coisa que me vem a cabeça são as notícias atuais.
E não, não quero falar sobre a menina assassinada.A amiga.O namorado perturbado, ou sobre o papagaio que disse tudo.
Tsc,
Não existe papagaio.Mas e se existisse?Ele falaria tudo e tudo facilitaria.
E quando menos vejo já tô discutindo algo que eu nem sei direito.
Quer só uma opnião então ? Vou deixar uma.
Acontece isso sempre e sempre.Então faça um jornal de tragédias apenas, por favor.
Não que isso me incomode...Sou alienada das notícias, e até admito isso.
Mas não me culpe.
Quando eu pagar minhas contas, vou ter que me estressar o bastante mesmo, então,não, não quero rugas antecipadamente.Obrigada.
Ai.Ai.
Mas esses jovens de hoje em dia.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Expectativa
Todo mundo espera.
Uma, duas horas.
Três, quatro meses.
Dois, três anos.
Uma vida inteira.
Acredito que tudo tem um começo, meio e fim, e pode ser que talvez não seja nessa ordem, mas existe.
Queria saber em que parte estou de cada coisa que faço,mas o destino é tão entrelaçado que seria impossível.Meio de um pode ser final de outro.E o final, pode ser simplesmente, um começo.
E saber simplesmente acabaria com toda a graça;
E eu gosto da surpresa.
Queria também acreditar que tudo sempre vai acabar bem, mas se for pra não acontecer, que ao menos esteja ao lado de alguém que não se incomode com isso.
Incomoda pensar também que nada disso que falo pode fazer diferença no futuro.
Um texto realmente é tão influenciável assim ?
Não sei.
Não estou atraindo o ideal de idéia positiva aqui, então melhor que não seja.
Fique assim.Quietinho.
Dormindo.
Pronto.Talvez agora eu possa falar o que quiser,
o que pensar,
o que vier a cabeça.(véia?)
Mas daí você que teria que dormir.
Só que não,
fique aí...
Vamos conversar.
Uma, duas horas.
Três, quatro meses.
Dois, três anos.
Uma vida inteira.
Acredito que tudo tem um começo, meio e fim, e pode ser que talvez não seja nessa ordem, mas existe.
Queria saber em que parte estou de cada coisa que faço,mas o destino é tão entrelaçado que seria impossível.Meio de um pode ser final de outro.E o final, pode ser simplesmente, um começo.
E saber simplesmente acabaria com toda a graça;
E eu gosto da surpresa.
Queria também acreditar que tudo sempre vai acabar bem, mas se for pra não acontecer, que ao menos esteja ao lado de alguém que não se incomode com isso.
Incomoda pensar também que nada disso que falo pode fazer diferença no futuro.
Um texto realmente é tão influenciável assim ?
Não sei.
Não estou atraindo o ideal de idéia positiva aqui, então melhor que não seja.
Fique assim.Quietinho.
Dormindo.
Pronto.Talvez agora eu possa falar o que quiser,
o que pensar,
o que vier a cabeça.(véia?)
Mas daí você que teria que dormir.
Só que não,
fique aí...
Vamos conversar.
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