Acho um absurdo o coração ser ligado a cabeça.
Ele bate apesar de não conseguir senti-lo nunca;
E continua batendo apesar de sentir demais.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
eu quero um sunday.
Se nessa vida tudo passa,
passa tudo devagar.
É a lentidão,
abandonada no suspiro,
na pisada mais pesada,
depois de disparado o tiro.
Minha vida agora,
tem como dona a minha história,
de derrota, luta e glória,
que atrasada, não chegou.
E tal qual que seja a sorte,
pois ao que é dado não se olha,
penso que venha então a morte,
já que minha dúvida despencou.
Peço que pense com afeto,
no fechar dessa sua porta,
que deixado um vão aberto,
entra a luz que não quer mais.
Ou então deixe trancado,
o coração despatelado,
ansiando a receita,
daquela tão querida paz.
passa tudo devagar.
É a lentidão,
abandonada no suspiro,
na pisada mais pesada,
depois de disparado o tiro.
Minha vida agora,
tem como dona a minha história,
de derrota, luta e glória,
que atrasada, não chegou.
E tal qual que seja a sorte,
pois ao que é dado não se olha,
penso que venha então a morte,
já que minha dúvida despencou.
Peço que pense com afeto,
no fechar dessa sua porta,
que deixado um vão aberto,
entra a luz que não quer mais.
Ou então deixe trancado,
o coração despatelado,
ansiando a receita,
daquela tão querida paz.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
Caminho ao sono
Se me dizes que é pela vida bem vivida que você ama,
e pelo dia tão corrido que você deita na cama,
peço que pares de pensar aonde a realidade se encarrega,
e comece a achar que é pelo sonho que se entrega.
-
Se me pedir para que eu diga alguma coisa sobre a vida, eu falo.
Se me falar que quer saber alguma coisa sobre a morte, eu tento.
Mas se me tentares a pronunciar qualquer coisa sobre o amor...
Sinto muito.
-
Hoje acordei como quem prepara-se para deitar: com muito a pensar, e pouco a dizer.
-
DEUS!
Tudo o que peço é uma cama.
Me arrume uma,
os detalhes resolvemos depois.
-
Está vendo esses olhos abertos?
Eles não estão aí.
-
Meio aberto,
meio fechado...
Minhas piscadas cada vez duram mais.
e pelo dia tão corrido que você deita na cama,
peço que pares de pensar aonde a realidade se encarrega,
e comece a achar que é pelo sonho que se entrega.
-
Se me pedir para que eu diga alguma coisa sobre a vida, eu falo.
Se me falar que quer saber alguma coisa sobre a morte, eu tento.
Mas se me tentares a pronunciar qualquer coisa sobre o amor...
Sinto muito.
-
Hoje acordei como quem prepara-se para deitar: com muito a pensar, e pouco a dizer.
-
DEUS!
Tudo o que peço é uma cama.
Me arrume uma,
os detalhes resolvemos depois.
-
Está vendo esses olhos abertos?
Eles não estão aí.
-
Meio aberto,
meio fechado...
Minhas piscadas cada vez duram mais.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
atento desatento
Por mais que a alma sempre gire.
por mais que sempre apareça,
sinto por tal a mesma coisa,
visão dos pés até a cabeça.
Finjo querer apenas o som,
finjo a mim que é nada mais,
soube porém a não tanto tempo,
que assim também finjo minha paz.
Pra que calar tão forte o peito,
se depois volta maior,
essa mania de respeito,
querendo o próprio sempre melhor.
É por achar que a si mesmo,
temos o tempo que for preciso,
e para os outros nunca é hora.
É antes, depois e agora.
por mais que sempre apareça,
sinto por tal a mesma coisa,
visão dos pés até a cabeça.
Finjo querer apenas o som,
finjo a mim que é nada mais,
soube porém a não tanto tempo,
que assim também finjo minha paz.
Pra que calar tão forte o peito,
se depois volta maior,
essa mania de respeito,
querendo o próprio sempre melhor.
É por achar que a si mesmo,
temos o tempo que for preciso,
e para os outros nunca é hora.
É antes, depois e agora.
terça-feira, 12 de maio de 2009
180º
Pra lá da onde pode avistar,
o horizonte se estende,
como só mais uma brincadeira que não tem hora pra acabar.
Você pode andar, e ele não vai chegar.
Você pode se esconder, e ele sempre estará lá.
Então pra que tanto esforço?
Deixa.
o horizonte se estende,
como só mais uma brincadeira que não tem hora pra acabar.
Você pode andar, e ele não vai chegar.
Você pode se esconder, e ele sempre estará lá.
Então pra que tanto esforço?
Deixa.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
nº4.-cd1.
Nessas preces acumuladas,
no meu todo novo dia,
cego metade dos meus olhos,
pra confundir meu coração.
Seja está tal ação,
que belisca minha alma,
escondida no momento,
e esquecida pelo tempo.
Quero pensar que é normal,
pra não mais me sentir mal,
pois por mais vezes não sei mais,
ranjo os meus dentes pra calar.
Pra depois então mais tarde,
suspirar o respiro fundo,
pensar no que vale a pena o mundo,
minha rotina reinventar.
no meu todo novo dia,
cego metade dos meus olhos,
pra confundir meu coração.
Seja está tal ação,
que belisca minha alma,
escondida no momento,
e esquecida pelo tempo.
Quero pensar que é normal,
pra não mais me sentir mal,
pois por mais vezes não sei mais,
ranjo os meus dentes pra calar.
Pra depois então mais tarde,
suspirar o respiro fundo,
pensar no que vale a pena o mundo,
minha rotina reinventar.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Declaração.
Achamos que é tão difícil falar,
e mover os lábios é necessário esforço.
As frases que antes pareciam pequenas,
se fazem gigantes com o passar do ponteiro.
Um contorno por si só,
faz do olho mais que ele,
faz das lágrimas mais que água,
e do choro alegria.
E entre tantas bocas e sorrisos,
Olhares e castigos;
Que mal faz uma palavra sincera?
Segredos servem para serem contados.
e mover os lábios é necessário esforço.
As frases que antes pareciam pequenas,
se fazem gigantes com o passar do ponteiro.
Um contorno por si só,
faz do olho mais que ele,
faz das lágrimas mais que água,
e do choro alegria.
E entre tantas bocas e sorrisos,
Olhares e castigos;
Que mal faz uma palavra sincera?
Segredos servem para serem contados.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
A flor.
Como aquela flor ali na árvore.
De que adianta só um galhinho ?
De que adianta ser tão leve?
Pode ser que flutue,
pode ser que parada ali fique por tanto tempo que nem contar mais nos dedos interessa,
mas no fim das contas,
ela vai cair.
Vai ficar ali até algo mais.
Até olhar como quem vê algo novo,
escutar como quem ouve uma curiosidade,
desistir como quem vê outra oportunidade,
pensar como quem pensa novamente.
E vai perceber,
que o chão é duro.
Mas não demais.
De que adianta só um galhinho ?
De que adianta ser tão leve?
Pode ser que flutue,
pode ser que parada ali fique por tanto tempo que nem contar mais nos dedos interessa,
mas no fim das contas,
ela vai cair.
Vai ficar ali até algo mais.
Até olhar como quem vê algo novo,
escutar como quem ouve uma curiosidade,
desistir como quem vê outra oportunidade,
pensar como quem pensa novamente.
E vai perceber,
que o chão é duro.
Mas não demais.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
tamborzinho
sabe o que eu acho mais legal do nosso coração ?
é que ele sente o que a cabeça pensa.
como pode né?
é só um músculo.
e músculo lá vai sentir tristeza, alegria, raiva ...?
sei não.mas acho que a gente veio com defeito.
terça-feira, 21 de abril de 2009
...Ou talvez não.
É o tempo perdido que nunca mais volta,
que faz tudo assim um mistério tão grande.
Vivi porque sei que se não for assim,
será demais conviver com tanta pouca coisa,
ter que não pensar em mais nada,
agir enganada,
olhar como quem não quer mais.
Movi porque soube que agir talvez fosse,
a melhor maneira de não se arrepender,
em deixar a maneira de fluir livremente,
ser forçada a correr.
Mais uma vez.
Corri porque quis que a espera morresse,
mas esperei como se fosse pra sempre;
pra depois bem menos tarde entender,
que tudo simplesmente não é.
Sofri por entender que alguém tem de fazê-lo,
e fiz porque não vejo mal nisso,
em corar o que é branco,
sorrir o que é triste,
ver o que é bom em tudo que existe...
que faz tudo assim um mistério tão grande.
Vivi porque sei que se não for assim,
será demais conviver com tanta pouca coisa,
ter que não pensar em mais nada,
agir enganada,
olhar como quem não quer mais.
Movi porque soube que agir talvez fosse,
a melhor maneira de não se arrepender,
em deixar a maneira de fluir livremente,
ser forçada a correr.
Mais uma vez.
Corri porque quis que a espera morresse,
mas esperei como se fosse pra sempre;
pra depois bem menos tarde entender,
que tudo simplesmente não é.
Sofri por entender que alguém tem de fazê-lo,
e fiz porque não vejo mal nisso,
em corar o que é branco,
sorrir o que é triste,
ver o que é bom em tudo que existe...
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Melhor não.
Os passos nunca se repetem,
e a cada um que era dado o futuro mudava para,
no final das contas, o mesmo destino.
Queria que o vento às vezes decidisse sua direção,
para um dia ventar ao seu encontro,
e assim todos seus passos poderiam imaginar- à vontade -o caminho mais atrativo.
Será que o sol estava claro o bastante?
Ou claro demais?
Seria pensar demais, um simples olhar?
Se houvessem mais alguns, tudo ficaria melhor de decidir e mais complicado de viver.
Não que toda complicação fosse ruim...
Mas complicado mesmo já tornava ao simples pensar,
cessando qualquer possibilidade de acontecer igual.
Pegadinha de Alguém, melhor fugir,
e decidir já era algo.
Melhor parar enquanto tempo.
Melhor parar enquanto a rua não vira.
e a cada um que era dado o futuro mudava para,
no final das contas, o mesmo destino.
Queria que o vento às vezes decidisse sua direção,
para um dia ventar ao seu encontro,
e assim todos seus passos poderiam imaginar- à vontade -o caminho mais atrativo.
Será que o sol estava claro o bastante?
Ou claro demais?
Seria pensar demais, um simples olhar?
Se houvessem mais alguns, tudo ficaria melhor de decidir e mais complicado de viver.
Não que toda complicação fosse ruim...
Mas complicado mesmo já tornava ao simples pensar,
cessando qualquer possibilidade de acontecer igual.
Pegadinha de Alguém, melhor fugir,
e decidir já era algo.
Melhor parar enquanto tempo.
Melhor parar enquanto a rua não vira.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
curupira.
Chama o meu nome,
e já sabe a tanto tempo que decorar todos os sons do alfabeto seria brincadeira.
Os raios,
por mais que escorregassem sentiam que a pele esperava um pouco mais...De luz,
calor, e atenção. Carinho tanto faz, se souber andar com os próprios pés.
Sendo mais que equilibrista,
e menos que o bêbado,
andando em qualquer chão ou sentimento,
apenas procurando pelo palpável, mas inseguro.
Sabe disso,
e demora.
Pois se desliza pelo cabelo,
todos os dedos de uma só vez,
é por achar que ali mesmo é o aconchego que merece.
e já sabe a tanto tempo que decorar todos os sons do alfabeto seria brincadeira.
Os raios,
por mais que escorregassem sentiam que a pele esperava um pouco mais...De luz,
calor, e atenção. Carinho tanto faz, se souber andar com os próprios pés.
Sendo mais que equilibrista,
e menos que o bêbado,
andando em qualquer chão ou sentimento,
apenas procurando pelo palpável, mas inseguro.
Sabe disso,
e demora.
Pois se desliza pelo cabelo,
todos os dedos de uma só vez,
é por achar que ali mesmo é o aconchego que merece.
sábado, 14 de março de 2009
Nada.
Nada, tão concreto quanto o tudo,
tão ouvinte quanto o surdo,
mais falante que o mudo,
quando não sobra o que dizer.
Peço a todos que cultivem o nada,
pois na falta de palavra,
pra que não usem a errada,
isso é o melhor a se escolher.
Deixo que discordem do silêncio,
dele que é um vazio imenso,
e em sua falta é tão intenso,
que mal consegue respirar.
Mas aviso logo agora,que o que peço,
e palavras é o que não meço,
que ao tornar o silêncio cesso,
vai torcer para voltar.
Penso que apesar de tudo, falar nada e prosseguir, pode ser talvez mais forte, que do topo vir a cair.Então, cultivo o meu silêncio, removo-me o que é tenso, escolho o mais imenso, dos dons, que é ouvir.
tão ouvinte quanto o surdo,
mais falante que o mudo,
quando não sobra o que dizer.
Peço a todos que cultivem o nada,
pois na falta de palavra,
pra que não usem a errada,
isso é o melhor a se escolher.
Deixo que discordem do silêncio,
dele que é um vazio imenso,
e em sua falta é tão intenso,
que mal consegue respirar.
Mas aviso logo agora,que o que peço,
e palavras é o que não meço,
que ao tornar o silêncio cesso,
vai torcer para voltar.
Penso que apesar de tudo, falar nada e prosseguir, pode ser talvez mais forte, que do topo vir a cair.Então, cultivo o meu silêncio, removo-me o que é tenso, escolho o mais imenso, dos dons, que é ouvir.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Propaganda.
Hoje eu decidi,
que não vou mais existir.
Por hoje e só, talvez amanhã, quem sabe outro dia,
outra hora,
outro momento qualquer.
Existir está tão complicado,
e querer é tão pouco poder,
que quem fez esse ditado provavelmente não existia.
E possivelmente gostava da sua condição.
Então pensei cá com os meus botões,
que cada dia mais pessoal isso aqui fica,
porque talvez eu exista demais,
e quem liga pra isso, senão eu ?
E caso eu seja assim,
neutra pro mundo,
pra todos,
e mais ninguém,
possa fazer algo
que inclua a fundo,
quem quiser e mais alguém.
Vou, como disse bem antes,
falar sobre tudo que bem entender,
ou não entender,
porque afinal, do que realmente sei?
Não quero certeza,
não quero a dúvida,
sugiro apenas a parcialidade,
e é você,
quem vai escolher
o que pensa,
que sente,
e o que lê.
Mas leia.
Nem se for pelo mais simples motivo de sentir-se contrariado.
que não vou mais existir.
Por hoje e só, talvez amanhã, quem sabe outro dia,
outra hora,
outro momento qualquer.
Existir está tão complicado,
e querer é tão pouco poder,
que quem fez esse ditado provavelmente não existia.
E possivelmente gostava da sua condição.
Então pensei cá com os meus botões,
que cada dia mais pessoal isso aqui fica,
porque talvez eu exista demais,
e quem liga pra isso, senão eu ?
E caso eu seja assim,
neutra pro mundo,
pra todos,
e mais ninguém,
possa fazer algo
que inclua a fundo,
quem quiser e mais alguém.
Vou, como disse bem antes,
falar sobre tudo que bem entender,
ou não entender,
porque afinal, do que realmente sei?
Não quero certeza,
não quero a dúvida,
sugiro apenas a parcialidade,
e é você,
quem vai escolher
o que pensa,
que sente,
e o que lê.
Mas leia.
Nem se for pelo mais simples motivo de sentir-se contrariado.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Tudo passa.
Pensando aqui agora,
no que a gente considera descanso,
reconsidero então que não sei descansar.
A gente vôa,
corre,
respira por três segundos e continua.
Talvez porque a gente realmente não tenha tempo,
mas pela maioria das vezes, prefiro imaginar que desaprendemos a senti-lo.
Porque afinal, passa tão rápido,
e escorre pelas mãos,
que o tempo nem mesmo avisa que já foi embora.
Só passou.
E quando queremos ele de volta...
Não, não dá pra voltar.
Quem sabe daqui uma próxima...vida?
E se você estiver na sua próxima vida?
E se...
e se...
Ah,
melhor nem cansar a cabeça com isso,
já que no final das contas...
tudo isso,
Vai passar.
no que a gente considera descanso,
reconsidero então que não sei descansar.
A gente vôa,
corre,
respira por três segundos e continua.
Talvez porque a gente realmente não tenha tempo,
mas pela maioria das vezes, prefiro imaginar que desaprendemos a senti-lo.
Porque afinal, passa tão rápido,
e escorre pelas mãos,
que o tempo nem mesmo avisa que já foi embora.
Só passou.
E quando queremos ele de volta...
Não, não dá pra voltar.
Quem sabe daqui uma próxima...vida?
E se você estiver na sua próxima vida?
E se...
e se...
Ah,
melhor nem cansar a cabeça com isso,
já que no final das contas...
tudo isso,
Vai passar.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Eu queria fazer uma metáfora sobre as flores.
E na minha cabeça já estava tudo planejado.
Primeiro, eu falaria que flores de plástico nunca morrem.
Mas também nunca vivem.
Depois, que flores vivas nunca duram pra sempre,
mas enquanto duram, são eternas.
Aí eu levantaria um ponto, em que flores de plástico podem até chegar a parecer verdadeiras, mas nunca serão.
E depois, lembrando o mesmo ponto, falaria das flores vivas, que são reais, não importa o tempo que dure.
E acaba.
Porque eu começo a ver tão pouco de flor,
e tanto da minha pessoa dentro delas que estraga tudo.
E até queria misturá-las,
pra surgir algo perfeito,
mas é tanto tempo pra brotar,
e tanta pétala,
e tanto orvalho...
Que só a terra pra me dizer,
se mais tarde ela nasce.
E a Terra pra rodar,
a fim de que o tempo, mais uma vez, passe.
E na minha cabeça já estava tudo planejado.
Primeiro, eu falaria que flores de plástico nunca morrem.
Mas também nunca vivem.
Depois, que flores vivas nunca duram pra sempre,
mas enquanto duram, são eternas.
Aí eu levantaria um ponto, em que flores de plástico podem até chegar a parecer verdadeiras, mas nunca serão.
E depois, lembrando o mesmo ponto, falaria das flores vivas, que são reais, não importa o tempo que dure.
E acaba.
Porque eu começo a ver tão pouco de flor,
e tanto da minha pessoa dentro delas que estraga tudo.
E até queria misturá-las,
pra surgir algo perfeito,
mas é tanto tempo pra brotar,
e tanta pétala,
e tanto orvalho...
Que só a terra pra me dizer,
se mais tarde ela nasce.
E a Terra pra rodar,
a fim de que o tempo, mais uma vez, passe.
sábado, 10 de janeiro de 2009
Breve.
Um pequeno discurso de poucas palavras mas verdadeiras,
durará muito mais que aquelas enroladas em suas próprias letras.
Ficará no ouvido,
até algo melhor substituir.
Ficará na cabeça,
até em pedaços se dividir...
E quebrar,
entender,
cavucar sem temer
em achar o que se fez de errado.
Sem se sentir mal amado,
entenda por fim,
que o enfim acenou,
dali do outro lado.
E com um ótimo cartaz.
Breve.
Curto.
Pequeno.
Mas ótimo.
durará muito mais que aquelas enroladas em suas próprias letras.
Ficará no ouvido,
até algo melhor substituir.
Ficará na cabeça,
até em pedaços se dividir...
E quebrar,
entender,
cavucar sem temer
em achar o que se fez de errado.
Sem se sentir mal amado,
entenda por fim,
que o enfim acenou,
dali do outro lado.
E com um ótimo cartaz.
Breve.
Curto.
Pequeno.
Mas ótimo.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Take your sad song, and make it better.
Esse brilho que já brilhou,
essa cor que já foi mais forte,
essa expressão que pudera não ter linhas como antes.
O passo encurtou,
A experiência não.
Aumenta,
pra depois acabar.
Mas se acabar, tudo bem!
Valeu, não valeu ?
Não sabemos pra onde vamos depois daqui,
mas se correu tudo bem, então vamos !
E nada com que se arrepender, ou sofrer.
Porque nada vai ser pra sempre, se você não o é.
Os anos passarão,
e os álbuns, as fotos, os textos e cartas ficarão.
A vida nos olhos de cada,
será diferente ao olhar a palavra.
E tudo fará sentido quando os seus netos olharem, e simples ficará.
A gente complica,
Mas faz parte.
Então o que penso é que,
me envelheça,
Mas me deixe todos que já foram pra muitos mas, pra mim aqui permanecem.
essa cor que já foi mais forte,
essa expressão que pudera não ter linhas como antes.
O passo encurtou,
A experiência não.
Aumenta,
pra depois acabar.
Mas se acabar, tudo bem!
Valeu, não valeu ?
Não sabemos pra onde vamos depois daqui,
mas se correu tudo bem, então vamos !
E nada com que se arrepender, ou sofrer.
Porque nada vai ser pra sempre, se você não o é.
Os anos passarão,
e os álbuns, as fotos, os textos e cartas ficarão.
A vida nos olhos de cada,
será diferente ao olhar a palavra.
E tudo fará sentido quando os seus netos olharem, e simples ficará.
A gente complica,
Mas faz parte.
Então o que penso é que,
me envelheça,
Mas me deixe todos que já foram pra muitos mas, pra mim aqui permanecem.
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